O livro
Falou-me da maldade dos homens,
Das crueldades e tudo que já sabemos.
Coisa medonha, coisa medonha!
Deus meu, sei que causo incômodo
A Vossa solidão eterna:
Mas, tenho notado
Que este espetáculo repetitivo
Vos deixa distraído,
Além de ser uma boa maneira
De testar a fé dos amigos!
Copyright © 2005 by Fernando Nandé, poesia, literatura, Curitiba-PR Brazil.
Mostrando postagens com marcador Réquiem para o inverno findo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Réquiem para o inverno findo. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Requiem para coisa finda

O inverno de 2008 é defunto
E pede flores para enfeitar
Seu túmulo cinza.
Logo, o ano será morto
E nos lembrará
O destino frio
Tão comum,
Tão escuro,
Tão defunto
Quanto este inverno findo.
Lá fora...
Deus meu, o que vai lá fora?
Venta...
Suspiros dos anos meus
Perdidos em invernos
Soltos naquilo que não mais sou eu.
E pede flores para enfeitar
Seu túmulo cinza.
Logo, o ano será morto
E nos lembrará
O destino frio
Tão comum,
Tão escuro,
Tão defunto
Quanto este inverno findo.
Lá fora...
Deus meu, o que vai lá fora?
Venta...
Suspiros dos anos meus
Perdidos em invernos
Soltos naquilo que não mais sou eu.
Assinar:
Postagens (Atom)