Amor é brincadeira dela,
Que não respeita ninguém.
Amor é brincadeira dela,
Que não respeita ninguém.
Vivia numa viração danada,
Caminhava aos trancos e barrancos,
Quando a vi deitada na calçada,
Da vida quase entregando os pontos.
Da rua não se deve juntar nada
Diz velho ditado, que eu ignorei.
Da rua não se deve juntar nada
Diz o ditado, por isso eu chorei.
Amor é brincadeira dela,
Que não respeita ninguém.
Amor é brincadeira dela,
Que não respeita ninguém.
Dei conforto e fiz tudo por ela
E ela desfez e a tudo não quis.
Dei carinho e fiz tudo pra ela
E ela me fez um infeliz.
Da rua não se deve juntar nada
Diz velho ditado, que eu ignorei.
Da rua não se deve juntar nada
Diz o ditado, por isso eu chorei.
Amor é brincadeira dela,
Que não respeita ninguém.
Amor é brincadeira dela,
Que não respeita ninguém.
Copyright © 2005 by Fernando Nandé, poesia, literatura, Curitiba-PR Brazil.
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sábado, 29 de janeiro de 2011
Samba da ingratidão
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Mandinga, nega

Vim pra te ver sambar,
Nega vim pra te ver,
Quero te ver rodar,
Nega quero te ver
Mexendo, remexendo,
Meu coração pisando...
Não vês que estou sofrendo,
Pois estou te amando?
Tu tens o samba no pé,
Tenho-te no coração.
Aprendi a sambar até,
Não me jogues fora não!
Fiz mandinga ao luar
Pra sambar contigo.
Fui no bruxo rezar
Pra sambar contigo.
Dá tua mão e vem pra cá,
Quero te ver sambar,
Roda a saia mulata...
No samba vou te amar.
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