sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Mármore


Amofinam-me o comum
E os rostos de mármore
Que fingem respirar e viver.

2 comentários:

Ana Coeli Ribeiro disse...

Meu Deus! Sua ausência foi recompensada, quanta poesia linda! Estou encantada... Vou comentar cada uma assim que puder.Você é dmais amigo.
Luz!

José Fernando Nandé disse...

Estava sem tempo para postá-las!